#QuemImpulsiona: entrevista com Ricardo Gomes, o Gerente de Tecnologia na Impulse
A jornada de Ricardo, nosso Gerente de Tecnologia, é a prova de que a dedicação e uma visão única podem te levar a lugares inesperados. De uma experiência inicial em vendas e marketing digital a um papel central na construção da nossa área de tecnologia, sua história inspira e revela muito sobre a cultura da Impulse.
Conversamos com ele para entender como essa trajetória singular moldou sua visão de liderança, sua abordagem aos desafios e o que ele busca no time que constrói o futuro da nossa tecnologia. Prepare-se para uma conversa inspiradora sobre propósito, crescimento e o verdadeiro significado de liderar.
Impulse: Sua trajetória profissional é bem única. Como o seu passado moldou a sua visão de liderança e a forma como você aborda os desafios hoje?
Ricardo: Minha história profissional começou de uma forma bem inesperada, com marketing digital em São Paulo. Apesar de achar que marketing era "besteira", acabei em uma agência com foco em bem-estar e psicologia. Comecei como atendente, mas a paixão por números me levou para vendas. Em pouco tempo, fiz uma quantia significativa em vendas e logo migrei para o e-mail marketing, fascinado por como os números me permitiam otimizar as vendas.
Foi essa experiência que me trouxe para a Impulse. Eu estava participando de uma consultoria que fazíamos para eles e, na prática, eu era o responsável por tocar tudo. O João Vitor Eguia, nosso co-fundador, percebeu isso e me convidou para trabalhar direto para a empresa. Aceitei e cheguei como Gestor de CRM, com a intenção de revolucionar a área.
Impulse: Você vem de uma realidade diferente da maioria das pessoas no time. Como a sua origem influenciou o seu propósito e o que você busca na vida profissional?
Ricardo: Eu venho de uma realidade muito simples no sertão de Pernambuco. Essa experiência me deu um forte propósito para o sucesso e a certeza de que ninguém faria as coisas por mim. Essa é a base do meu trabalho. Sou proativo e com iniciativa, e levo isso para a minha liderança. Eu crio um ambiente onde o time se sente confortável, mas também entende que a gente precisa se mover constantemente. Acredito que meu passado me ensinou a ter uma estrutura forte e a buscar a excelência, sempre.
Impulse: Falando da sua chegada, o que mais te chamou a atenção na cultura da Impulse e na mentalidade dos sócios quando você decidiu entrar no time?
Ricardo: Certamente a oportunidade de estar perto de pessoas muito novas que estavam fazendo muito dinheiro e criando algo gigante. Quando cheguei, a empresa já havia passado de um faturamento inicial para um patamar muito mais alto. Era o lugar perfeito para aprender com os acertos e, principalmente, com os erros de gente nova. Eu queria entender a mentalidade deles para construir algo tão grande.
Impulse: Liderar tecnologia em uma empresa que cresce rápido não é simples. Qual foi a sua maior surpresa ao assumir a liderança e como isso mudou a forma como você enxerga seu papel?
Ricardo: No começo, eu morria de medo de liderar. Mas percebi que a liderança é uma experiência muito mais humana do que técnica. Sabendo disso, me preocupei em ter conversas constantes com o time, dar retornos e deixar claro o que eu esperava de cada um. Isso criou um ambiente de confiança. Minha visão é que o desempenho não está em fazer as pessoas trabalharem mais, mas sim em fazê-las se sentirem mais confortáveis e seguras para performar.
Impulse: Em um ambiente tão acelerado, como você equilibra a necessidade de entregar resultados com o incentivo ao desenvolvimento do time?
Ricardo: A energia daqui é única. A Impulse tem um espírito de liberdade criativa que não vi em outros lugares. O time é incentivado a ter ideias, a testar, a errar e a acertar. Não temos burocracia para aprovar um projeto, e a proximidade com os sócios significa que as boas ideias são abraçadas. As pessoas aqui são valorizadas pelo que entregam, e não por tempo de casa ou outros fatores superficiais.
Impulse: Tem algum projeto, desafio ou momento marcante que, para você, representa bem o espírito do nosso time?
Ricardo: O projeto do CDP (Customer Data Platform) foi um marco para mim. Foram três meses de planejamento, validação com pessoas externas e quatro meses de execução, que eu fiz sozinho. Eu estava com o dobro da demanda, mas sabia que, como me disseram, eu era o "coração da empresa" e precisava manter o ritmo. Conseguimos entregar um projeto que hoje nos dá uma estrutura de dados muito forte e representa bem o espírito de entrega e resiliência da equipe.
Impulse: O que você diria para alguém que quer fazer parte do time de tecnologia da Impulse? Quais são as atitudes e habilidades que mais se destacam em quem cresce por aqui?
Ricardo: Eu gosto de trabalhar com pessoas solícitas, gentis, focadas em resultado, transparentes e honestas. Alguém que queira crescer na Impulse precisa ter um foco inabalável em entregar, em resolver problemas e em fazer parte de algo maior. Se você tem essas qualidades, a Impulse é o lugar certo para você.
Impulse: Para você, qual a principal crença ou princípio que guia seu trabalho como líder técnico?
Ricardo: Meu princípio de liderança vem de um livro que li, "Líderes se servem por último", que fala sobre a importância de criar um ambiente confortável para as pessoas. O desempenho não está em fazer as pessoas trabalharem mais, mas sim em fazê-las se sentirem mais confortáveis. Se eu consigo isso, a equipe performa melhor e os resultados aparecem naturalmente.
Impulse: Para fechar: o que mais te dá orgulho de fazer parte da Impulse hoje?
Ricardo: O que mais me orgulha é a conexão humana que a gente constrói aqui. Eu sei que estou cultivando amizades. No meu time, o que mais me orgulha é a confiança que desenvolvemos. Consigo delegar tarefas sabendo que o trabalho será bem feito, às vezes até melhor do que eu faria. Ter essa confiança mútua é algo que me dá muito orgulho.